FOrA / Newsletter 4 / 2 Jul

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Ontem, viajámos pelas memórias do Museu de Portimão guiados pelas histórias e saberes de quem fez da vida na fábrica o seu ganha-pão. À noite, brindámos os nossos ouvidos com as harmonias dos acordeões da Academia de Música de Lagos e acabámos a noite a pensar e a repensar o lugar do património oral no espaço museológico.

Hoje, o FOrA, no seu 3º dia, faz a trouxa e vai até Alvor, essa vila piscatória cujas gentes guardam um precioso tesouro de dizeres, histórias, práticas e tradições que urge partilhar.

O ponto de encontro é o Castelo de Alvor, pelas 18.30. Ali encontrará o remédio para todos os males. Afinal, o FOrA em Alvor vai começar com uma oficina de mezinhas populares. Conheça as rezas e benzeduras, os chás e os unguentos, o dom de aliar a natureza às tradições na busca da solução para a dor e a doença. Não há mau-olhado ou quebranto que resista!

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A noite chega a Alvor com a recriação de uma prática agrícola ancestral: a descasca do milho. Pelas 21.00, assista e participe na festa que, por tradição, sempre se associou ao acto de descascar manualmente as maçarocas de milho, um momento de convívio entre as gentes do lugar, quando eram partilhadas histórias, entoados cantares e que até tinha lugar para um pezinho de dança e um copito de medronho. O nosso convite para a noite de quinta-feira do FOrA é que entre nesta festa e partilhe da reconstituição de um momento-chave do quotidiano agrícola das gentes do Algarve.

O dia do FOrA em Alvor conta com a organização da associação ALVORecer.