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HELP é um projeto direcionado ao apoio aos cuidadores informais de crianças e jovens portadores de deficiência. Consciente da pressão física e mental a que os prestadores de cuidados estão quotidianamente sujeitos, a Teia D’Impulsos criou o HELP como uma resposta que visa contribuir para o alívio desses constrangimentos, a melhoria da qualidade de vida dos cuidadores informais e a disponibilização de informação e apoio. O projeto desenvolve-se em três vertentes: a prestação de serviços ao domicílio através de um técnico qualificado que se desloca à casa do beneficiário por um período definido, durante o qual o cuidador fica livre para realizar outras tarefas; a oferta de formação para maximizar a eficiência e a qualidade dos cuidados prestados e desenvolver estratégias para fazer face às adversidade; e a criação de um grupo de partilha moderado por um psicólogo que visa encorajar a troca de experiências e a procura de soluções em conjunto.

Espaço Raiz, 19 de janeiro de 2022

Entrevista a Inês Reis, Coordenadora do projeto

"Um programa de apoio aos cuidadores que pretende dar-lhes tempo e qualidade de vida"

Em que consiste o HELP?

O HELP é um programa de apoio aos cuidadores e que pretende, sobretudo, dar-lhes tempo e qualidade de vida. Sabemos que os cuidadores passam 24 horas por dia a tomar conta das suas crianças e jovens, o que é uma sobrecarga muito grande. Com esse objetivo, o projeto tem três vertentes: a prestação de serviços ao domicílio e atividades de pintura, dança, culinária e outras ao ar livre (ex. andar de bicicleta), que realizamos para estas crianças no Espaço Raiz, a formação e a criação de um grupo de apoio psicológico para cuidadores.

Quando e como é que o projeto arrancou? 

Desde julho de 2021, já foram concretizados cerca de 30 dias de atividades, com o apoio de cinco voluntários, que alcançaram 13 famílias. Estamos a avançar gradualmente e a tentar chegar a mais famílias. 

Em relação ao apoio ao domicílio, por exemplo quando os pais trabalham e precisam de alguém que leve a criança a uma consulta, muitos dos cuidadores preferem que o apoio seja dado fora de casa, ou seja, trazem-nos as crianças para as atividades e têm tempo livre. Também ainda não criámos o grupo de apoio psicológico, mas temos o encaminhamento para outros serviços da comunidade.

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